sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Sou eu quase Pai!

Nem sempre somos quem queremos, mas queremos que nossos filhos e quase filhos seja quem a gente quer que eles pareçam. Pode ser muito confuso está história, mas, eu gostaria que meu quase filho fosse melhor do que eu, que fizesse as escolhas certas, melhores que as minhas, que estudasse e fosse o melhor da escola, que fizesse um curso e tivesse pensamentos que o levasse a ser uma pessoa que não precisasse correr dia-a-dia atrás de cada centavo para o pão da manhã.
Pensar e desejar são coisas que não acontece quando se tem filhos, pois eles com suas cabeças de furacão, fazem do seu jeito próprio, mesmo sem ter teu DNA, esses quase filhos tiram uma essência de você "nê velho". E pensar que eram a dois ou três anos crianças inocentes, ingênuos e pensavam apenas em brincar, agora, adolescentes ou aborrecentes como dizem algumas pessoas. Eles brigam com eles mesmo, pois temem que estão certos estando redondamente enganados.
Gostam de ficar na frente de um computador, celular ou qualquer coisa que tem uma luzinha para iluminar aqueles cérebros e seus turbilhões de perguntas e ideias.
Ser um quase Pai deveria dar direito a um manual: Como cuidar do seu bebê, da sua criança, do seu adolescente e do seu filho de 35 anos que mora com você ainda.
Talvez tenha que ser assim para você aprender como um quase Pai ou mesmo um Pai por inteiro, seu filho é único e que não importa o DNA mas sim o conviver e tentar entender sem julgar e tentar achar um de você dentro de uma pessoinha tão incrível e surpreendente "nê velho".

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